Givanildo lamenta dia em que ‘nada deu certo’ para o América

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Fonte: O Tempo

A atuação e o placar da partida contra o Guarani, em Divinópolis, estiveram, obviamente, longe do que esperava o técnico Givanildo Oliveira. Para o treinador, o time da casa teve méritos para construir o placar de 3 a 0 no estádio Farião, e ainda lamentou a tarde infeliz de seus comandados, no duelo pelo Campeonato Mineiro.

“Perdemos a marcação. O time deles é muito veloz, uma movimentação muito boa e fez com que eles criassem mais. Por isso mesmo, nós tivemos que tentar, de qualquer jeito, mudar o posicionamento. Infelizmente não deu certo. Foi um dia em que nada deu certo”, afirmou Givanildo.

A derrota quebra a boa sequência estabelecida pelo América neste início de temporada. O time vinha de duas vitórias convincentes – contra o Figueirense, pela Primeira Liga, e contra o Tupi, pelo Estadual. Com a intenção de conter uma possível euforia e ‘oba-oba’ no elenco, o técnico alviverde disse que alertou o elenco sobre as dificuldades que enfrentariam nesta quinta. O pernambucano, porém, evitou falar em lição para os jogadores diante do Bugre.

“Essa lição eu não quero. Perder eu não quero nunca. Em qualquer competição, e essa, que é o Estadual, é preciso ter muito cuidado. Isso foi falado, vem sendo falado antes de começar a competição. Hoje foi falado na preleção dos cuidados, pois você joga contra essas equipes do interior. É correira, é pegada. Se não tiver ligado, aceso, vai encontrar dificuldades. Infelizmente aconteceu. A gente não pode nunca estar satisfeitos. É ruim perder e nós temos que, agora, tocar o barco, e esperar o nosso próximo adversário”, completou.

O próximo adversário será o Villa Nova, no dia 14, pela terceira rodada do Campeonato Mineiro. O jogo será disputado na Arena Independência. Com isso, Givanildo terá dez dias para preparar o elenco para o embate com o Leão do Bonfim.

Deivid deve manter esquema da equipe, mas espera alguns ajustes

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Fonte: O Tempo

Um dos fatores que vem sendo motivo de bronca por parte da torcida cruzeirense neste início de temporada é a mudança de esquema de jogo do time promovida pelo técnico Deivid. E dentro de campo percebe-se realmente que o setor defensivo da Raposa tem sido mais agredida em relação aos três últimos meses do ano passado, quando atuava com três volantes e não com dois, como acontece em 2016.

E Deivid dá a entender que não irá mudar a estratégia. Ao que tudo indica, ele manterá o 4-2-3-1, tendo Henrique e Ariel Cabral como os dois volantes da equipe.

“O Cruzeiro vai propor o jogo. Quando você faz isso, acaba dando espaço. E quando dá espaço, corre o risco de sofrer o gol. Não posso ser treinador do Cruzeiro e jogar atrás. Temos que jogar na frente. Com todo respeito a URT e Tombense, são clubes inferiores ao Cruzeiro. Nós vamos propor o jogo, é natural. Só temos que ajustar algumas coisas para deixar o time no jeito”, declarou o treinador.

Nota-se, por outro lado, uma grande preocupação da diretoria em reforçar o meio-campo. As contratações de Sánchez Miño, Marciel, Matías Pisano e, mais recentemente, Lucas Romero, provam isso. Este último, aliás, foi bastante elogiado por Deivid na última quarta-feira.

“É um jogador que já estava sendo monitorado há muito tempo. É um jogador de Seleção Argentina. É um jogador muito capacitado. Mas, nós temos de ter paciência, porque é um país diferente, uma cultura e um futebol diferentes. A gente tentará deixá-lo muito à vontade, para que possa se adaptar o mais rápido possível”, afirmou o comandante.

 

Diego Aguirre testa dupla de zaga com Edcarlos e Erazo

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Fonte: O Tempo

O técnico Diego Aguirre fez testes na equipe principal do Atlético no treino desta tarde, com uma dupla de zaga nova.

Com a ausência do lesionado Leonardo Silva, o treinador uruguaio aproveitou para sacar Tiago e acionar a nova dupla Erazo e Edcarlos.

Em um treino bastante pegado, com jogadas duras e até mesmo reclamações dos jogadores pelos lances mais bruscos, Aguirre colocou os titulares com: Victor; Marcos Rocha, Edcarlos, Erazo e Douglas Santos; Rafael Carioca, Leandro Donizete, Dátolo, Luan e Hyuri; Lucas Pratto.

á os reservas tiveram: Giovanni; Carlos César, Tiago, Jesiel e Mansur; Gabriel (Eduardo), Lucas Cândido, Dodô e Cazares; Pablo e Henrique.

Aguirre buscou moldar contra-ataques e, principalmente, finalizações.