Cemig tem a sétima energia mais cara para a indústria

O aumento de 12,7% do custo mineiro foi bem acima da média nacional, que ficou em cerca de 3%

O recente reajuste da Cemig fez Minas Gerais saltar da 12ª para a 7ª energia industrial mais cara do país. No ranking divulgado ontem pelo Sistema da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), o custo médio por MWh passou de R$ 307,76, em 2013, para R$ 347,10. O aumento foi de 12,7%, quase o mesmo percentual aplicado para consumidores de alta tensão no Estado, que tiveram aumento de 12,42%.

A alta mineira ficou bem acima da média nacional, que subiu 3%, saltando de R$ 292,20 para R$ 301,66. Esse acréscimo fez o Brasil subir da 11ª para a 10ª mais cara energia industrial do mundo, entre os 28 países pesquisados.

A especialista em Competitividade Industrial e Investimentos da Firjan, Tatiana Lauria, explica que esse ranking muda cada vez que uma distribuidora aplica um reajuste. “O Brasil ganhou uma posição na lista mundial depois dos quatro últimos reajustes aplicados neste ano. E o de Minas é um deles. Quando outros aumentos forem autorizados, as posições podem se alterar”, esclarece.

Segundo Tatiana, além do peso dos impostos, a explicação para o encarecimento da energia é o aumento do uso das térmicas. “A sociedade está pagando por uma escolha do passado. O peso é diferente para cada indústria, uns setores têm que repassar para o preço final e outros conseguem segurar, mas, no fim, a competitividade do país é reduzida no mercado internacional”, afirma.

O diretor regional da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq/MG), Marcelo Veneroso, destaca que a competitividade brasileira já está comprometida. “No setor de máquinas, a energia tem um peso médio de 10% no custo da produção. Se já sofremos com pontos normais como imposto, o aumento da energia só vai enterrar ainda mais a cabeça no buraco”, avalia.

De acordo com Veneroso, quanto mais caro é o custo, maior é o preço e maior é a abertura para a concorrência. “É mais um fator que abre a porta para os importados”, destaca o diretor da Abimaq.

No ranking mundial divulgado pela Firjan, a média do custo de energia foi de R$ 269,07 por MWh. Na 10ª posição, o Brasil está com um custo 12,1% acima do global. Entre os países do Brics, o custo brasileiro só não é menor do que o da Índia (R$ 630,92), que é o maior do mundo.

Já a Rússia e a China têm custos respectivos de R$ 150,35 e R$ 201,48 para cada MWh.

otempo.com.br

Caixa é autorizada a aumentar preço da aposta da Mega, Lotofácil e Quina

Aposta mínima da Mega será R$ 2,50; da Loto, R$ 1,50, e da Quina, R$ 1. Ajustes valem após publicação, até 30 de abril, no ‘Diário Oficial da Uni

Portaria publicada nesta quinta-feira (17) no “Diário Oficial da União” autoriza a Caixa Econômica Federal (CEF) a reajustar os preços das apostas das loterias Mega-Sena, Lotofácil e Quina.

De acordo com a portaria, a Caixa fica autorizada a elevar os preços da aposta mínima da Mega-Sena, a partir de 11 de maio de 2014, de R$ 2 para R$ 2,50 (constituída de 6 números) .

No caso da Lotofácil, de R$ 1,25 para R$ 1,50 (composta de 15 números), a partir de 10 de maio. Para a Quina, de R$ 0,75 para R$ 1 (composta por 5 números), também a partir de 11 de maio.

A portaria diz, ainda, que a Caixa deverá ajustar os valores das apostas constituídas de 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14 e 15 números da Mega-Sena, e de 16, 17 e 18 números da Lotofácil, nos dois casos, de acordo com a proporção da quantidade de apostas combinadas realizadas.

Autoriza, ainda, o reajuste das apostas de 6 e 7 números da Quina para R$ 4 e R$ 10, respectivamente.

Os valores da premiação fixa das apostas vencedoras com 11, 12 e 13 números da Lotofácil serão reajustados para, respectivamente, R$ 3, R$ 6 e R$ 15.

A Caixa deverá divulgar os novos preços das apostas com, no mínimo, 10 dias de antecedência de cada data estabelecida, diz a portaria. Os ajustes serão efetivados mediante publicação, no “Diário Oficial da União”, até 30 de abril.

g1.globo.com

Operação divisas seguras faz apreensões em Minas

Foi realizada durante a noite dessa terça-feira a Operação Divisas Seguras que fiscalizou cerca de 132 pontos estratégicos em Minas Gerais. Vinte e duas pessoas foram detidas, além da apreensão de sete máquinas caça-níqueis, 280 buchas de maconha, 22 dolas de cocaína, cinco pedras de crack, entre vários outros materiais ilícitos.

A operação contou com 1.262 agentes de segurança e com o empenho de mais de 500 viaturas. Cerca de R$ 13, 6 mil de origem suspeita foram recolhidos, 49 quilos de pescado e roupas diversas no valor de R$ 12 mil, sendo transportados irregularmente, e duas armas brancas apreendidas. A polícia abordou 6.632 veículos, sendo que 66 ficaram retidos por irregularidades. Foram lavradas 490 infrações de trânsito e uma motocicleta roubada foi recuperada.

Essa foi a 13° edição da operação Divisas Seguras. De acordo com a Defesa Social de Minas Gerais, o objetivo das abordagens é recolher armas, explosivos e materiais ilícitos no estado. Desde março de 2013, mais de 120 mil pessoas e 90 mil veículos foram vistoriados, além de 484 prisões realizadas.