Estudo confirma: pessoas que se sentem mais jovens do que são morrem mais tarde

Estudo internacional confirmou que pessoas que se sentem 3 ou 4 anos mais jovens do que a idade que têm registram taxa de mortalidade menor do que as que se veem mais velhas. Os pesquisadores analisaram dados provenientes de relatório sobre envelhecimento, a partir de pesquisa feita com 6.498 pessoas com cerca de 65,8 anos. A maioria dos participantes (69,6%) afirmou se sentir 3 ou 4 anos mais jovem do que realmente era. Enquanto isso, 25,6% tinham o sentimento de ter sua idade real e 4,8% tinham a impressão de ter ao menos um ano a mais. Os resultados do estudo mostram que, durante 99 meses, a taxa de mortalidade foi de 14,3% entre os que se sentiam mais jovens, 18,5% entre os que sentiam que tinham a idade cronológica exata e 24,6% entre os participantes que se encaravam como mais velhos. A conclusão dos cientistas é que a percepção que as pessoas têm de sua idade pode refletir seu estado de saúde, seus limites físicos e também no seu bem-estar.

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Cerca de 25% dos aluguéis nas cidades têm peso excessivo para famílias

Um em cada quatro imóveis alugados nas cidades brasileiras (25,7%) tem peso de 30% ou mais no orçamento dos locatários. Segundo a Síntese de Indicadores Sociais, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse é um ônus considerado excessivo por vários órgãos nacionais e internacionais. O problema afeta 5,2% do total de domicílios urbanos. Em 2004, esse percentual era 4,4%. Entre as unidades da Federação, o maior índice é encontrado no Distrito Federal: 9,5% do total. O menor está no Piauí: 1,2%.

Entre as famílias com renda domiciliar per capita até meio salário mínimo, 11,6% dos domicílios urbanos eram ocupados por famílias que pagam preço excessivo para seu orçamento. Isso representa mais da metade (55%) do total dos aluguéis para essa faixa de renda.

A pesquisa do IBGE constatou também que 70,6% dos domicílios particulares permanentes urbanos têm abastecimento por rede de água geral, esgoto sanitário ligado à rede coletora e coleta de lixo. Há, no entanto, diferenças regionais. Enquanto no Sudeste, o percentual atinge 91,1%, na Região Norte alcança apenas 21,2% dos imóveis urbanos.

Há grandes diferenças também entre os estados. Enquanto em São Paulo, 95,5% dos domicílios têm saneamento adequado, no Amapá a cobertura é 2,4%. Ainda segundo o estudo, o número de lares com computador, internet, aparelho de DVD, TV em cores e máquina de lavar (tudo junto) subiu de 21% em 2004 para 34,5% em 2013.

Minas Gerais tem 33,5% dos domicílios com computador com acesso à internet

Minas Gerais tem 33,5% dos domicílios com computador com acesso à internet, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro Geografia Estatística (IBGE). Os dados são de 2013 e a base de informações é a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). No total, 26.479 casas foram analisadas.

Os números colocam o estado na última posição na Região Sudeste, ao lado do Espírito Santo. Em São Paulo, que lidera as estatísticas, 47% das casas possuem computador que têm acesso à web. No Rio de Janeiro, esse número chega a 42,3%.

Entre os domicílios mais pobres, com renda per capta de até meio salário mínimo (R$ 362), a situação é pior e o estado fica na última colocação. Conforme o levantamento, em 2013, 10,7% dos domicílios tinham acesso à internet. No Espírito Santo, 14,5%. O estado com a maior quantidade de famílias de baixa renda com acesso à internet é São Paulo, com 21,4%, seguido do Rio de Janeiro, com 22,6%.